← Blog MarTech

O e-mail não morreu!

Descubra a relevância do e-mail em 2021: uma ferramenta poderosa e preferida pelos consumidores, vital para sua estratégia digital.

O e-mail não morreu!

“O e-mail segue relevante: 4 bilhões de contas ativas e 306 bilhões de e-mails/dia”

O e-mail ainda é essencial: com 4 bilhões de contas ativas e 72% dos consumidores preferindo essa comunicação, ele não perdeu relevância. Além de eficiente, é crucial em estratégias de marketing, desde que usado com ética e automação inteligente.

Posts Relacionados

Se você pensa que a comunicação via e-mail ficou no passado, que é um método obsoleto, certamente está equivocado e pode estar deixando de usar um canal muito assertivo e rentável para sua estratégia. Iremos detalhar no decorrer deste artigo estatísticas e boas práticas para potencializar o uso desta ferramenta.

A IA no mercado B2B em 2026

O e-mail surgiu em 1971 nos Estados Unidos, uma invenção de Ray Tomlinson, um programador de computadores, e tinha o objetivo de enviar simples mensagens através da ARPANET. A ARPANET foi a rede precursora da internet que conhecemos atualmente.

A Ascensão dos Agentes de IA: O Que Muda no Marketing em 2026

Durante muitos anos, o e-mail foi aplicado dentro da própria ARPANET, ampliando seu uso na década de 90 para aplicações comerciais. Nesse mesmo período surgiram os primeiros e-mails gratuitos, entre eles o Hotmail, atualmente de propriedade da Microsoft.

79% dos bots no WhatsApp : o que isso revela sobre o consumidor

A partir desse momento, o e-mail não parou de evoluir em quantidade de caixas postais ao redor do mundo, quanto em capacidade de envio, tipo de mídia compatível e armazenamento.

Nada melhor que estatísticas para demonstrar a relevância do e-mail dentro dos canais de comunicação atualmente. Elencamos abaixo algumas das pesquisas para fundamentar nosso artigo:

  • 4 Bilhões de contas e-mail ativas: Fica claro a evolução do número de contas de e-mail ao longo do tempo, chegando atualmente a mais de 4 bilhões. É comum um usuário possuir mais de uma conta de e-mail, separando o profissional do e-mail pessoal.

  • 306 Bilhões de e-mails trafegando diariamente: Inclui também os e-mails transacionais, aqueles enviados automaticamente por sistemas automatizados, porém o volume diário demonstra a relevância do canal de comunicação nos dias de hoje.

  • 72% dos consumidores têm preferência por comunicação via e-mail: Esse número talvez seja o que tem significado mais prático dentro das estratégias do digital, deixando claro que o canal de comunicação, além de eficiente, é o preferido pelos consumidores.

  • 99% dos consumidores verificam a conta de e-mail diariamente: A periodicidade de checagem é um fator importante, e aqui revela uma informação importante para comunicação com consumidores, provando a eficiência do canal.

Nem tudo são flores. Pelo simples fato de o e-mail ser um canal assertivo, ele também é muito visado para o uso indevido. Com frequência é usado para disseminar spams e ameaças de segurança. 93% dos executivos de TI afirmam ter enfrentado algum tipo de violação de segurança com origem em e-mails nos últimos 12 meses.

Felizmente, a segurança também evoluiu e existem sistemas anti-spam e filtros de ameaças cada vez mais sofisticados com o objetivo de mitigar tais riscos.

Um fator que veio para ajudar a vencer parte do desafio dos spams é a LGPD, agora em vigor no Brasil e que impõe limites no uso dos dados pessoais, entre eles o e-mail, deixando claro que para a empresa comunicar com o consumidor via e-mail é necessário o devido consentimento ou legítimo interesse.

Se sua estratégia de marketing deixou de lado o e-mail porque achou que ninguém mais abre caixa postal, pode estar cometendo um engano.

Embora com o surgimento de aplicativos de mensagem instantânea como o WhatsApp, por exemplo, os números apresentados deixam nítido a relevância do e-mail como um dos canais preferidos pelos consumidores. Ignorar as estatísticas e deixar de lado o potencial do e-mail para relacionar com clientes e leads seria desperdiçar dinheiro na estratégia.